Rússia: o passaporte para a Copa do Mundo de 2018

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Um gigante para a história do mundo. Agora é o momento do despertar para uma memória de um país que foi o coração da Era Soviética: a Rússia. Mesmo tão distante do Brasil, chegando a 14.450 km de longinquidade, a Rússia se aproxima ainda mais da realidade brasileira, compartilhando a paixão pelo futebol na Copa do Mundo do ano que vem. A contagem regressiva já começou, contabilizando 308 dias até o início da competição que vai mobilizar 11 cidades-sede (Moscou, Níjni Novgorod, São Petersburgo, Rostov-do-Don, Sôtchi, Iekaterinburgo, Kaliningrado, Kazan, Volgograd, Saransk e Samara).  

Desde o anúncio oficial da próxima copa, em 2 de dezembro de 2010, os preparativos já começaram. Até o momento, são US$ 2 bilhões de investimento em obras dos estádios para receber as seleções e os torcedores. Um país que traz consigo muitas marcas das sombras do passado soviético (1917-1991). São camadas de escuridão junto à luz da riqueza cultural que perdura pelas ruas, sendo nas fachadas dos prédios, nos monumentos históricos ou no próprio comportamento da população que contempla cerca de 140 milhões de habitantes. Ao apreciar a natureza nos 11 fusos-horários, pode-se sentir quatro climas diferentes.

A cultura russa é reconhecida no mundo inteiro pelas suas maravilhas. Um ícone artístico russo que atravessou os oceanos são as bonecas conhecidas como matrioskas. Com mais de 100 anos de existência, teve a sua origem por meio do boneco japonês do sábio budista Fukurumo. Dentro de uma matrioska tem outras em tamanhos menores. Hoje elas podem ser encontradas com uma estética mais moderna e delicada. Além disso, outro encanto é o ballet por ter uma das companhias mais renomados internacionalmente, o Teatro Bolshoi que significa “grande”. É considerado um patrimônio cultural e arquitetônico da UNESCO e da ONU.

Matrioska

Teatro Bolshoi

Praça Vermelha e o Kremlin

O palco dos desfiles militares durante a União Soviética, a Praça Vermelha é um dos locais mais famosos de Moscou. Ela divide a cidadela real, conhecida como Kremlin, do bairro histórico de Kitay-Gorod. Embora a cor seja vermelha, não significa uma referência ao comunismo, pois a palavra russa красная (krasnaya) pode ser traduzida tanto como ‘vermelha’ como ‘bonito’.

O mausoléu do Lenin

Junto às muralhas do Kremlin, o mausoléu do Lenin é outro ponto turístico de muita procura pelos turistas. E, para que tudo esteja em perfeito conservação, é feito um processo de restauração a cada dois anos. O espaço guarda a história e o corpo do líder soviético, Vladimir Lenin.

Mausoléu do Lenin

Счастливого пути! (Boa viagem!)

Site oficial do evento: http://welcome2018.com/en/

Juliane Guez

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