Fast-food “natureba”: criando novos hábitos de estilo de vida

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Hábitos. Uma tendência que vem sendo percebida no mundo inteiro atualmente é uma preocupação das pessoas em ter uma vida mais saudável, levando em consideração diferentes aspectos da rotina. Uma das razões para que isso esteja acontecendo são as consequências de atitudes sem consciência a longo prazo como a própria alimentação.

A facilidade de lanches rápidos e fáceis de serem consumidos durante a velocidade do cenário corporativo, na primeira impressão, pode ser a melhor solução. E daqui um ou dois anos, será que continua essa mesma resposta? Eis, uma questão que as pesquisas já apontam uma nova trajetória nesse contexto, oportunizando um nicho de mercado com alimentos sem aditivos químicos e produtos orgânicos, segmentado também para alérgicos e intolerantes, sem glúten, lactose ou outro item que possa ser motivo de atenção.

No caso do mercado brasileiro, essa cultura “natureba” já colocou o país na quinta posição no ranking do mercado de alimentação saudável, segundo o estudo da agência de pesquisas Euromonitor Internacional publicado em fevereiro deste ano. Em 2016, o Brasil alcançou mais de R$90 bilhões em vendas nessa categoria, resultando em um aumento da taxa média de 12,3% ao ano nos últimos cincos anos. Considerando o contexto mundial, esse número chegou em torno de 8% ao ano. Outro dado relevante é o crescimento de 18,5% no setor orgânico nos últimos cinco anos.

Esse estudo revela ainda uma previsão de crescimento anual de 4,4% até 2021 no setor brasileiro de produtos saudáveis. Embora o mercado esteja em expansão, o gasto médio anual por habitante em 2016 no Brasil foi de US$ 119, enquanto nos Estados Unidos chegou até US$513. Enfim, a indústria está em adaptação com essa nova demanda do consumidor, criando alternativas para potencializar os negócios.

Juliane Guez

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